O Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem (CENABIO) é uma unidade multiusuária da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ que oferece diversas abordagens experimentais para obtenção de imagens de órgãos, células e biomoléculas. Neste sentido, o CENABIO oferece amplo suporte tecnológico para a comunidade científica. Para cumprir tal premissa, o CENABIO conta com equipamentos modernos, corpo técnico qualificado e diretoria composta de professores pesquisadores.

 

O CENABIO começou a ser formado em 1998, com a criação do Centro Nacional de Ressonância Magnética Nuclear (CNRMN), que conta com um conjunto de equipamentos de Ressonância Magnética Nuclear, para estudo da estrutura 3D de biomoléculas. 

Em 2009, o CENABIO passou a contar com apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB). Assim, conquistou recursos para construir um núcleo de bioimagens de pequenos animais, inaugurado em maio de 2010, que reúne diversas técnicas, como: Luminescência, Fluorescência, Ultrassom, PET-SPECT-CT e um espectrômetro de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) de pequenos animais.

 

Atualmente o CENABIO está em expansão, com a construção da unidade III que abrigará o centro de microscopia. O centro de microscopia do CENABIO consistirá no mais completo centro na América Latina. Dentre as técnicas de microscopia que serão incorporadas nesta expansão, se destacam: microscopia confocal, microscopia multifotônica, microscopia TIRF, microscopia óptica de superresolução, microscopia de força atômica, microscopia eletrônica de varredura convencional, microscopia de varredura de alta resolução com crioestágio, microscopia eletrônica de transmissão convencional, microscopia eletrônica de transmissão analítica usando espectro de emissão de raios X e perda de energia de elétrons; além de microscopia eletrônica de transmissão operando com 200 KV e equipada com crioestágio e sistema automatizado para crioeletrontomografia

Construção da unidade III do CENABIO. Obras em fase de conclusão. Junho de 2015